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Posso confessar uma coisa?
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Quatro anos de felicidade!!!




segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Coração Gelado - Parte II

(continuação de coracao gelado) - Agora eu queria oferecer uma musica – disse ofegando –, a pessoa que mais me incentivou e acreditou em mim.. – parei para respirar apontando para a saída – vem pra cá.
Jenx começou a tocar enquanto Jullie fazia sinal de que não viria. Chamei-a mais uma vez aproximando-me dela. Peguei a mão dela e a puxei para o palco. Abracei-a fortemente levantando do chão beijando-a.
- Mas antes de começar – disse colocando-a no chão –, preciso fazer uma pergunta. – Ajoelhei-me ao som dos gritos – Jullie quer casar comigo? – perguntei vendo-a cobrir o rosto com as mãos.
Budd dera uma batida forte nos pratos ao escutar a pergunta, Fang para na hora de tocar o teclado, Sony desafinou no baixo. Só Jenx que continuava a tocar como se nada tivesse acontecido.
- Então? – perguntei quando ela retirou a mão do rosto
Ela olhou para a multidão, suspirou colocando a mãos sobre a saia que usava e olhou para mim.
- Quero. – respondeu ela balançando a cabeça em um sim.
Puxei-a para perto de mim me sentindo a pessoa mais feliz do mundo. Agora qualquer coisa poderia me acontecer que não me importaria, ainda sim teria Jullie perto de mim. Beijei-a mais uma vez ao som dos berros de fãs loucas com o que eu havia feito.
- É pra você Jullie. – disse me afastando vendo-a correr para a entrada do palco toda vermelha de vergonha.
♫either what you to want, does not need to hide if what feels it is real inside of you... In itself exactly everybody guard dreams, but our eyes say the truth…either what to want, but if what feels is real, words, feelings and promises, everything that can be in you, does not play outside. But if what it feels is real, it does not leave that it is confidential. ♫
...
Sai do palco acabado de cansaço. A partir daqui eu não ia mais ter pressa, desanimar ou quebrar minhas promessas, o mundo podia girar que eu não estaria nem ai pro que aconteceria ao redor de mim. Tudo valeria a pena se tivesse ela ali.
A vi no final do corredor de costas para mim conversando com um dos seguranças do show. Corri até ela e tampei-lhe os olhos fazendo sinal com a cabeça para o segurança sair. Suas mãos tocaram as minha tirando-as de seus olhos para virar-se para mim. Encostei na parede ao seu lado quando ela sorriu ao me ver. Aqueles olhos sorriam por si só, parecia outra alma presa ali, pra me fazer feliz, eles eram insubstituíveis.
- Você é doido, Tony Kutcher. – disse ela corada
- Doido muito doido. – concordei segurando suas mãos que estavam frias. – Quer realmente fazer isso?
- O que? Casar com você? – perguntou ela me abraçando – Claro, sempre quis.
Passei minha mão por seus cabelos cacheados, beijando sua testa. Continuei ali a abraçando cada vez mais forte sentindo um frio passar pelo meu estomago. Pude ouvir um grito longe de Budd que segurava suas baquetas inquietas na frente da porta de saída do estádio.
- Vamos cara! – chamou ele mais uma vez – Você não vai querer ficar aqui preso. – alertou passando pela porta.
- Vamos. – disse puxando Jullie pela mão – Budd está certo.

4 medos:

Ana Carolina Lima Da Rosa disse...

suas historias são lindas *-*

Mary disse...

Lindoo!! Eu quero mais :D

Clara disse...

Estva lendo o prólogo... AChei bem interessante. Reeencarnação é um tema bem polêmico e bonito na minha opinião quando se trata de almas gêmeas para a eternidade....

Fê Kowalski disse...

Oonw, muito fofo, amei !