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Posso confessar uma coisa?
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Quatro anos de felicidade!!!




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domingo, 16 de agosto de 2009

Do filme nos meus sonhos

(A foto não tem nada relacionado com o texto)

As sombras envolveram minha mente, minha respiração ficou ofegante, por mais que eu tentasse não conseguia me mexer. Abri meus olhos relutante rezando para que tudo aquilo não fosse verdade. Me vi novamente na escuridão de meu quarto vazio e silencioso. Não havia porque ter medo, não dessa vez. Havias semanas que eu sonhava com a mesma coisa, o mesmo pesadelo. Todos os dias tentava inutilmente fazer com que eles não voltassem, mas mesmo assim, quando fechava meus olhos sonolenta aquele rosto monstruoso com dedos que expeliam ferro me atormentava. Sempre ouvi dizer que tudo não passava de um filme, mas desde que me mudei para esta casa sem o apoio de meus pais e a companhia de minha irmã, ele, Fred sempre me aterrorizava com aquela risada e seus olhos queimados, mesmo quando o sol brilhava e tudo que se ouvia era o som do vento passando pelos quartos.
Quando era pequena tive a infelicidade de passar 2 horas em frente a uma tevê que exibia aquelas cenas macabras onde pessoas sumiam enquanto dormiam e eram levadas para debaixo do cobertor onde uma passagem secreta as deixariam em um mundo onde a felicidade não tinha fez e que apenas um poderia sair. Sangue era jorrado, gritos eram ecoados e cabeças rolavam. E aquelas mãos que continham ferro nos dedos me deixava apavorada.
Fui obrigada a me levantar na escuridão e a descer aquelas escadas que rangiam quando pisávamos em qualquer dos degraus de madeira. Meu coração acelerou quando as janelas começaram a bater por causa do vento. Era a primeira vez que ventava assim por aqui. Meus ouvidos eram obrigados a absorver o som dos trovões e relâmpagos sobre a casa. Infelizmente minha garganta estava seca. Fora uma grande ideia colocar um bebedouro na ponta daquela velha escada, o que pouparia minha ida a cozinha que ficava no fim de um corredor sem lâmpadas ou janelas.
Apertei o botão para que a água caísse no copo, mas nada aconteceu. Não era um bom sinal, já que havia comprado um novo galão de água esta manhã. Franzi a testa ao encarar aquele corredor escuro que me levaria a cozinha. Meu medo que ficava guardado entre 15 sonos pesados estava sendo despertado, e não era de hoje. Tinha medo de admitir que me mudei 7 vezes de casa por causa dele. Essa seria uma boa hora para pensar em uma 8*.
Dei o primeiro passo relutante, ciente de que estava cavando minha própria cova. Lá no fundo de mim eu sabia que essa perseguição nunca teria fim. De qualquer jeito ele viria atrás de mim. Da primeira vez que o vi ao pé da minha cama, eu só tinha 12 anos e pensei que estava sonhando, mas depois que passei a ter de encarar aqueles olhos sedentos e aquela voz rouca meu medo aumentava consideravelmente a cada noite mal dormida que eu tinha de correr para sobreviver até a próxima lua subir ao céu.
Parei repentinamente em frente a porta da cozinha vendo o que eu temia. A porta que dava para o fundo da casa estava aberta com gotas de sangue no chão. Minha respirão acelerou ao tentar acender o interruptor e as lâmpadas não acenderem. Nunca entendi porque tinha de passar por aquele tormento todos os dias a quase 15 anos. O silêncio fora interrompido pela campainha. Como ela podia tocar se não havia energia? Há coisas que eu nunca saberia a resposta. Voltei vagarosamente pelo corredor passado por debaixo da escada até a porta principal. O jogo estava prestes a começar e eu não tinha meios de recusar já que tudo valia minha vida.
Destranquei a porta tremendo ignorando o olho mágico. Podia sentir que dessa noite não passaria. Seria ele ou eu, e eu temia o fim. Ouvi as laterais da porta serem arranhadas e as pontas dos ferros brincarem ao aparecerem pouco a pouco antes de que aqueles olhos me olhassem. Eu tinha tempo para fugir, mas minhas pernas não se mexiam, não havia voz que se atrevesse a sair pela minha garganta.
Fechei meus olhos forçosamente esperando por qualquer dor ou falha do meu coração. Não sentia nada. Ao abri-los me vi deitada na minha cama ainda com 12 anos incrédula de que tudo não passara de um outro pesadelo interminável. Sentei-me na cama respirando fundo quando vi a minha frente aqueles olhos queimados no pé da cama me observando.

P.s: pensei seriamente em não aprticipar essa semana do Bee Writer.
P.s2: Graças ao meu psiclogico, fiquei quase 3 noites sem dormir.
P.s3: O texto tá um lixo.

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Cara das minhas histórias


Muitos que concordariam comigo que ele não é uma J.k, uma Stephanie Meyer, Manuel Bandeira, Spencer Johnson ou Machado de Assis. Amo muito esses ai, mais tem um escritor que roubou meu coração com o modo como escreve. Melhor dizer logo quem é se não vão começar a dizer que ele é um "Zé ninguém" e que só escreve abobrinha.
As mãos de João Carlos Marinho, um cara que nasceu no Rio de Janeiro, estudou no colégio Mackenzie, que já passou pela Suíça, tem o dom que faz com que os leitores viagem com os personagens de sua coloção "As aventuras de Bolachão e sua turma" que se iniciou com o livro "Gênio do Crime" de 1969, que pode ser considerado um caso policial para crianças de 11, 12 anos. - Não sei se hoje isso é considerado criança, mas quando eu tinha essa idade eu era. em suas histórias há inumeros personagens que sem querer você associa a um de seus amigos.
Não pense que a série de livros se trata soemnte de casos policias. Em o "Caneco de Prata" muitos que conheço riram até a hora de dormir; pra quem curte as histórias de vampiros existe o livro "O Conde Fruterson"; os assassinatod ficam por conta de "O Maníaco Janeloso"; e se há gente que não gostam de nenhum desses temas, ainda há a esperança com uma ficção-centífica chamada "Sangue Fresco".
No total da série de livros de João Carlos Marinho conta com 10 histórias maravilhosas onde deixo a dica de mais 2:
-> O Livro de Berenice
-> Berenice Detetive.

domingo, 26 de julho de 2009

tem 18 anos e fugiu de casa



A primeira vez a gente nunca esquece. Quero dizer, a primeira vez que a gente sai de casa e grita para meio mundo que nunca mais vai voltar. A partir daí a gente acha que vai viver melhor sem os berros da nossa mãe e sem os chiliques daquela irmã com a qual éramos obrigadas a dividir o quarto. Agora tenho um quarto só pra mim. Naquela primeira noite jurei que tudo seria diferente do que era lá onde eu vivia só que não imaginei que seria tão diferente assim. Poderia demorar horas no banho que não haveria ninguém para implicar comigo, só que a primeira vez que entrei debaixo daquele chuveiro monstruoso, um jato de água gelada caiu sobre minha cabeça me fazendo lembrar que antes de qualquer coisa eu deveria ligar a energia do apartamento. O que me fez pensar profundamente na dor que sentiria assim que acordasse, já que vou ter de dormir no chão por que os moveis estavam super atrasados na entrega. Para minha sorte não ouvi despertador nenhum tocar para me acordar pra trabalhar. Sabia que tinha esquecido alguma coisa na outra casa. Sai correndo e super mal vestida porque só lembrei de trazer 3 peças de roupa. Minha barriga assustou todo mundo no ponto de ônibus ao reivindicar seus direitos. O que eu posso fazer se não há mais café pronto assim que acordo? Definitivamente eu não daria o braço a torcer apenas por que algumas coisas deram errado na minha primeira noite morando sozinha. Iria ficar tudo bem depois que os moveis chegassem, que buscasse o resto das minhas parafernálias na casa da minha mãe e começasse a... pagar as contas.
Bom, mas essa foi apenas a primeira noite em que resolvi ser independente. Ainda tenho mais o resto da minha vida pra aprender a comandar a cozinha e a minha própria sorte. O que mais pode me acontecer? Bom, esse mês a água foi cortada...

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Diga adeus as escolas

Pensar nessas horas não ajuda muito. Que ideia mais absurda! Porque alguém iria acabar com todas as escolas? hahaha!!!! Eu digo porquê! O Ensino é um desgraça, os professores maltratam os alunos, alunos desreipetam os alunos e a verba escolar sempre some! Pois acabaram os seus problemas meu caro aborrescente... iremos explodir cada escola deste lugarzinho chamado Brasil. E não para por ai. O quê, você achou que ia ficar vagabundiando por ai? Pois, pensou muito do errado. Para que nenhum jovem deste país cresça mais burro do que aparenta ser, implantaremos um microchip em seus cerebros para que não precisem mais estudar. Eles já saberão de tudo! E ele já vem com a nova reforma ortografica a preço de banana. Boa ideia não? Pena que ninguém está muito afim de assisnar a proposta, dizem que ela é muito futurista, isso porquê eu nem comentei sobre o aumento de revolucionarios que sairão de cada centro cirurgico reivindicando seus direitos de primeiro emprego e aumento do salário minimo....

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Lapís, papel, ação!


A doce vida não seria tão doce sem ela. Quem me conhece sabe o quanto eu sou louca por um lapís e um papel. Dizem que faço mágica com esses dois. Já tenho dois livros e um terceiro a caminho. Ela faz parte da minha vida, como se fosse da familia.


Escrever nunca me foi um hobbie, mas uma questão de sobrevivencia. Talvez porque muitas vezes ninguém queira me ouvir, e também porque tenho medo de dizer muita coisa. Ela mexe de um jeito comigo que acho um total ultraje.


Aqui do meu lado ouço minha irmã dizer o que acontece comigo quando começo a por minha cabeça pra funcionar na frente de um papel em branco. Eu sumo, incorporo o pernogem que me vem a mente, me sinto como uma jornalista argumentativa.


Se ela não existisse eu me mataria. Ela é a minha vida.

domingo, 5 de julho de 2009

Não é meu não


Porque eu não sei. Talvez falta de criatividade, inspiração ou simplismente porque o dele tá melhor. Nunca vi tantos casos de uma só vez.
Primeiro me chega um comentario para tomar cuidado com um tal de apenas palavras coloridas. Na hora eu não entendi absolutamente nada, o.k. Dai entro na comu da
Bee Writer e vejo um forum só pro caso do plagio. Fiquei chocada. Poxa isso é falta de criatividade para escrever algo na descrição do blog? Acho a maior falta de ética.
Mais tarde visitando o
Blorkutando, dou de cara com mais caso de plagio, desta vez de texto. Fiquei muito curiosa para ver o texto plagiado, mas nada do danado aparecer, ate entrei no blog do tal susteito mas não havia nada relacionado com o tema, só uma explicação morimbunda e acusação de omitição de casos e acasos. Tudo muito curioso.
Será que nenhuma destas pessoas desconfiavam que seriam descobertas? Será que duvidam de sua capacidade de criar algo tão bom quanto ou até melhor? Talvez essas minha perguntas inxeridas nunca sejam respondidas.
Juro aqui diante de ti que se algum dia postar um texto que não seja meu, o dono do texto será prontamente avisado e você ficará sabendo que não é meu, pois haverá um pequeno agradecimento a pessas que escreveu.
Poxa, fiquei magoada com esses tais sem criatividade, acabaram com o meu dia....

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Paraíso proibido


Meu professor de filosofia me disse que ela pode ser a unica certeza de tudo. Será mesmo. Se é eu não sei. Só sei que morro de medo de que ela chegue.
O que será que nos espera depois do horror que passaremos para morrer?
Um lindo jardim, com centenas de arvores que dam chocolate, rios com gota de morango e uma cachoeira que jorre biscoite de limão. Um céu branco, não azul, nuvens de algudão doce, chuva de bala. Grama que tenha gosto de beijinho, terra de sorvete. Sem irmãs caçulas chatas. Esse é o paraíso perfeito que deve nos esperar por traz desta temida hora.
E se realmente for do jeito que eu imagino que seja, todos vão começar a se matar. Então deixa eu pensar melhor... Ah, claro! Só adolescente deveram entrar lá. E lógicamente hvera um lado minusculo que abrigara os adultos, onde eles serão obrigados a usar as roupas do seus filhos, comer doce o dia todos e limpas casas gigantescas pr toda a eternidade. Maldosa eu, né? A culpa não é minha se minha imaginação flui igual a sangue.
Os corruptos não terão vez, todos morreram instantaneamente de ataque cardiaco, assim que potarem os pés nessa terra magica, podendo experimentar o sabor de morrer duas vezes.
Melhor para por aqui, se não daqui a pouco vou imaginar um campo só pra jogador de fultibol com pé torto.
Mas, o que realment eposso dizer sobre a minha idea de morte é basico. Não existe tormenta pelo resto da eternidade, nem lugares onde as pessoas pagem penitencia pra poder saber o que é liberdade. A unica certa é que se morrermos, não é porque Deus quis assim, mas porque um dia todos terão de morrer. Infelizmente é uma coisa hireditaria que começou assim que Adão e Eva pecaram. Eu não quero morrer, morro de pavor de pensar sobre isso. Mas, um dia vai acontecer e assim que acontecer poderie desfrutar do meu paraiso de doces que tanto imagino, tudo sem engordar.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Não é a unica que importa....

É por causa dela que hoje muitos morrem.
É por causa dela que muitos hoje se esquecem de serem felizes.
Um padrão ridículo implantado para fazer com que outros fiquem tristes dentro de casa.
E hoje não são apenas mulheres que se preocupam excessivamente com isso. Os homens são outros tontos que cairam na armadilha implantada por uma sociedade ignorante que não conseguem enxergra outra coisa nas pessoasa sua frente.
Hoje deveria ser extinto todo e qualquer tipo de coisa que fizesse outras pessoas se sentirem inferiores. Modelos, propagandas exteriotipadas, músicas, novelas, maquiagem...
Hoje muitas meninas (11 à 25 anos) tê a coragem de passam mais tempo na frente do espelho, equivalente o que seria um dia inteiro, do que se divertindo com seus amigos. Quando saiem, lotam as bolsas de maquiagem para 'retocar' e ninguém ver o que há debaixo da máscara de pó que usam.
Espelhos deveriam sumir das prateleiras, maquiagens sugadas por um burraco negro.
Muitas vezes acabamos nos apaixonando pela beleza de alguém e não pelo que ela é realmente lá no seu intimo. E só depois de finalmente ficar com ela por um dia inteiro percebemos que é a unica coisa que ela tem é a beleza e nada mais que possa nos oferecer.
Milhares de pessoas hoje são lindas, mas de boca fechada. Beleza exterior é no final, uma droga se você não a sabe usar.
Ontem conversando com meus amigos sobre o assunto, a Marina disse exatamente isso, que o namorado dela é lindo, mas de boca fechada.
A sociedade ainda tem muito que aprender.