·

Posso confessar uma coisa?
Amo todos vocês que leem, que acompanham meu blog e que o seguem.
Obrigado aos 206 seguidores pelo apoio que dão ao meu primeiro projeto!
Quatro anos de felicidade!!!




Mostrando postagens com marcador Blorkutando. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Blorkutando. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Untitled 03


Talvez eu estivesse totalmente fora de mim, afinal meu marido resolveu sair essa noite (uma segunda-feira) para roubar o banco central da cidade, por causa disso quase levei uma bala na testa e morri, ele resolve do nada que quer assaltar a joalheria da minha melhor amiga e assim que me revolto um carro da polícia aparece na rua e quase me entrego. Era uma noite normal.
- Você está louca? - perguntou Hathe ainda escondido atrás do carro em um sussurro - Eles vão te levar para a delegacia!
- Então se fosse você saia de trás desse carro e voltava para casa para fazer as malas e saia da cidade com as crianças. - disse entre dentes enquanto o carro da policia parava no meio da rua.
O quê é que eu estava fazendo meu Deus? Era loucura pura dar as caras assim, na frente de uma viatura logo após um tiroteio na rua de trás quando eles estão procurando os suspeitos por perto do prédio do banco central e com certeza eles tinha a minha descrição.
- Abaixe sua louca. - pediu ele tentando me puxar para baixo.
- Não dá. - respondi - O tira malvado está saindo do carro.
- O quê? - grunhiu ele se ajoelhando para ver através da janela. - Meu Deus Isobel, eu não acredito nisso, quase não tem balas no cartucho da arma.
- Então não a use e sua daqui, vá para a rodoviária e pegue o primeiro ônibus que ver. - sugeri enquanto o tira malvado se aproximava retirando o quepe.
Ouvi o estalo da arma sendo destravada ao meu lado. Um calafrio me fez fechar os olhos quando percebi o que Hathe iria fazer. Passei minhas mãos pela cintura parando-as quando senti a minha arma ali. Sorri descaradamente quando o policial parou a minha frente atrás do carro em que Hathe se escondia. Fiz um sinal secretro para Hathe, o nosso sinal secretro de quando iríamos agir e retirei a arma desgretamente das minhas costas.
Contei até três mentalmente esperando que Hathe se levantasse antes que o tira malvado abrisse a boca e dissesse qualquer coisa e acabasse com aquilo.
Aconteceu rápido.
Quando cheguei ao três Hathe se levatou e atirou no tira malvado atrás do carro, me deixando o tira bonzinho dentro do carro que ainda tentava pegar a sua arma no cinto. O tiro foi certeiro e acabou com aquilo antes que pudessemos entrar em outro tiroteio ferrenho.
- Eu não iria deixar você ser presa. - disse ele ofegando guardando a arma - Você é a minha eterna paixão Isobel e não deixaria que nada te acontecesse. - completou me envolvendo em um abraço forte pela cintura. - Eu não quero nada além do que você pode me dar. Nada de diamantes de sangue.
_________________________________
E o que acontece depois fica ao seu criteiro.
Indiquei para a Raquel e ela respondeu que:ta faltando sacanagem

terça-feira, 11 de maio de 2010

Pedido do futuro




Biel
"Você estava certo.

Pronto admiti! Por mais que eu quisesse guardar isso só para mim, não seria possível. Aquele pedacinho de você que fiz questão de guardar dentro de mim não permitiria.
Parece que quanto mais o tempo vai passando, mais as coisas vão ficando claras para mim. Eu devia ter te escutado desde o inicio, mas acho que você não pode se lembrar de como eu era teimosa.
Bem, isso não mudou.
Também nem deveria, afinal foi a minha teimosia que me levou até você naquela noite, naquele barzinho no centro.
Era novembro, eu me lembro.
E você que insistia em dizer que em dois, três meses me esqueceria de você. E veja só, se passaram dois, três, dez anos e aqui estou eu, me lembrando que você foi o único que me fez sentir especial, que fez alguns míseros segundos se tornarem mágicos, eternos, tanto que ainda hoje, mesmo estando infindáveis quilômetros de distância me fez perceber que você estava com toda a certeza.
Perdi a aposta. Por completo, admito. Não fui forte, mas acho que nunca quis ser forte.
Claro que você não se lembra do que eu estou falando, nem deveria. No final das contas, eu nunca fiz algo de que você quisesse realmente se lembrar, mas antes que ache que está lendo a correspondência de alguém, deixe-me explicar que essa carta é realmente para você.
Agora mas do que tudo eu te peço, não saia de casa essa noite. Não use aquela blusa listrada que você tanto ama, muito menos vá à cidade esta noite. Porque eu não quero te conhecer.
Não, isso não é piada.
Sei que hoje você vai sair de carro, cantarolando uma música brega, e vai entrar naquele barzinho apenas querendo encontrar seu amigo Bill. Tenho de dizer, o Bill não vai estar lá, ele nem vai ligar dizendo porque não pode te encontrar para azarar umas 'gatas'. Vai ser nesse momento em que você entra no bar, que acaba esbarrando em mim, grita comigo antes de me ver e logo depois se oferece para pagar uma bebida.
Eu não devia ter aceitado, muito menos saído com você depois. Eu queria ter te esquecido em dois, três meses, mas não pude.
Escute-me apenas dessa vez e assista um filme na tv, sei que você ama aquelas sessões pipoca com filmes extra-chatos, faça isso essa noite.
Pelo menos assim, eu nunca chegarei perto de te conhecer, de perder a bendita aposta e me apaixonar por você como você me fez prometer que não aconteceria, porque dói muito saber que hoje você nem se quer pode estar aqui comigo."

Milena
________________________________________
Resultado da votação:
Bem, etão vai ser assim, quando tiver vontade de postar contos eu posto, quando de repente me bater a vontade de postar outras coisas bem loucas vou ver no que vi dar.



quinta-feira, 18 de março de 2010

Diario aquático.

Meu querido diário otário sou eu de novo, César Cielo, quem mais poderia ser?
Acabei de dar uma escapulida do Grand Prix de Austin, aqui no Texas para não ter de enfrentar aqueles repórteres doidos de sempre que vivem me perguntando à mesma droga de sempre.
Não foi como na Seletiva Americana B, porque não quebrei nenhum grande recorde entre as Américas. Mania que as pessoas têm de ficar separando as coisas. Mas não estou ligando muito para isso não.
Na verdade eu nem gosto disso que faço, sabe nadar e toda essa pressão para ganhar sempre. Que ninguém me ouça dizendo isso, mas se pudesse não teria participado do Open em São Paulo para não ter de pagar o mico de colocar aqueles supermaiôs. Só que eu não quero ouvir Brett Hawke gritar mais uma vez no meu ouvido com aquele sotaque caipira enquanto cospe como eu deveria esticar mais os braços, respirar menos e mergulhar mais fundo e rápido ao pular da plataforma.
A única coisa boa que me aconteceu nessa competição de meia tigela foi ter ficado na frente aquele enjoado do Garrett Weber-Gale, que chegou quase uma década depois de mim e do problemático Matthew Grevers que eu ainda acho que está dentro da piscina procurando o lado da largada.
Uma vez nessa vida eu queria perder uma dessas competições chatas onde nunca tem música descente tocando e frango com polenta. Só que se isso acontecesse a Arena e a TNT retirariam o patrocínio e bay bay piscina e bebida de graça forever.
Hoje me dei conta que havia esquecido aquele maiô esquisito que o Gustavo Borges me deu uns anos atrás. Como é que eu tive a capacidade de guardar aquilo por tanto tempo? Meu, aquele negócio foi usado por ele, e não tem mais utilidade alguma, será que ele esperava que eu a emoldurasse ou coisa assim? Acho que vou jogar no lixo, ou doar para os pobres. Não tem fundamento continuar guarando aquele treco.


Mais um dia chato dentro de piscinas com fungos e micoses na vida de Cesão.
_______________________________________
Aí que pecado! Eu amo o Cesar Cielo e me doeu o coração tirar uma com a cara dele ao escrever esse 'diario ao contrario'.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Eu sei quem me matou*

Minha cabeça doía terrivelmente, uma pequena luz a minha frente me cegava. Onde eu estava mesmo? O que acontecera comigo? Meu cérebro não buscava informações que eu precisava, mas alguns lampejos me fizeram recordar o que eu tinha de fazer.
Me levantei do chão frio olhando ao redor procurando por alguma identificação de onde eu estava. Não era preciso entrar em pânico, afinal alguém procuraria por mim a qualquer hora. Precisava lembrar exatamente o que me disseram antes de acordar.
- Temos uma jovem. – disse um homem pequeno e careca narigudo atrás de uma mesa branca – Melinda, 30 anos, cantora falida, roubada pela mãe que fugiu com o empresário da filha para a Argentina, e que agora mora de favor em uma das casas de aluguel do ex-namorado*.
Melinda. Agora eu era Melinda. Cantora falida. Não conseguia ligar o nome a qualquer noticia dos jornais que eu possa ter escrito antes de sofrer aquele acidente há uma hora atrás.
Sai do beco escuro, andando lentamente, por causa de uma dor na perna esquerda abaixo do joelho. Provavelmente quebrada. Estava perto de casa. Quero dizer, da casa de Melinda, não da minha. Só podia ser ela. O baixinho da mesa branca explicara umas 4 mil vezes, que era uma longa casa de tijolos vermelhos, com flores amarelas nas janelas e que a chave estaria debaixo do carpete. Eu precisava agir logo.
Peguei a chave depois de uma luta para abaixar sem gritar de dor e entrei na casa que tinha todas as luzes acesas mesmo sendo tarde. Subi as escadas ao lado do hall de entrada me deparando com um quarto bagunçado.
Retirei as roupas rasgadas e sujas, colocando outras que eu jamais sonharia em por em qualquer vida. Um moletom preto e uma camisa de malha, colocando outro par de tênis. Saí da casa, deixando as luzes ainda acesas. Precisava chegar até a redação do jornal da cidade antes que Gustavo terminasse a loucura que começara. Ele não poderia machucar mais ninguém apenas para ficar com o cargo de diretor chefe de redação. Esse era o meu cargo.
Parei a frente de um prédio antigo, onde podia ver o zelador sentado atrás do balcão da recepção pela porta de vidro. Olhei para rua vazia e atravessei a rua entrando na lateral do prédio onde havia uma escada de emergência. Pulei para alcançar o primeiro andar, segurando um grito de dor ao esbarrar o joelho na borda do patamar ao me levantar.
Subi as escadas o mais rápido que pude parando no penúltimo andar ao lado da sala que Gustavo se encontrava. Pule a janela, caindo no chão ao tropeçar no batente. Atravessei a sala escura mancando, me apoiando nas paredes, parando ao chegar ao corredor ao ver uma sombra saindo da sala ao lado, seguido por um grunhido.
Desencostei da parede tentando não fazer careta de dor ao encostar o pé esquerdo no chão. Atravessei o corredor entrando na sala ao lado a tempo de ver Gustavo escondendo o meu velho eu dentro do armário de papel e tinta para impressora.
- Gustavo. – chamei me aproximando assustando-o fazendo-o bater a porta – Gustavo Mendonça?
- Sim, sou eu. – respondeu ele limpando as mãos em seu paletó barato me examinado – Melinda? Melinda Olsen? A sessão de musica já fechou com a Kesha. – contou me dando as costas para pegar alguns papeis sobre a minha mesa.
Olhei ao redor e encontrei aquele velho troféu de jornalista do ano empoeirado sobre a mesa de centro. Peguei-o pela ultima vez e acertei a cabeça dele fazendo-o cair. Passei pelo seu corpo abrindo a porta do armário onde meu velho-eu estava, retirando a arma que ele plantara em minha mão para fazer parecer suicido, colocando-a nas mãos de Gustavo.
Recuei devagar, em direção ao telefone.
- Policia de Inglishburgo. Em que posso ajudar?
- Queria informar um assassinato. – disse com a mão contra o peito.
- quem é a vitima?
- Sou eu.
_____________________________________
*Bom, a minha personagem da história é uma cópia emprestada de um dos livros da Meg Cabot - Tamanho 42 não é gorda. E o nome do título é de um filme da Lindsay Lohan.
Ah, e sei que não foi bem esse o tema proposto pelo Bk, mas se eu morresse e tivesse outra change, iria fazer de tudo para pegar o assasssino.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O causo do Gabriel.


Se você acha que vai ler mais um conto sem graça com um final feliz, enganou-se. O que você vai ler aqui é um relato da vida real não muito legal. E se você quer saber, depois de escrevê-lo senti dentro de mim que parecia meio sem sentido.
________________________________________
Me lembro muito em daquelas noites barulhentas em sala de aula. Também me lembro dos rostos de cada aluno e de cada sentimento que cada um me fazia sentir. Mas tinha algo naquela sala que eu não queria lembrar. Parece que ainda foi ontem que escutei berros grosseiros contra Gabriel, e em seguida seu material voou até cair dentro da lata de lixo que ficava à frente da porta.
Durante um ano me perguntei porque ele era maltratado por aqueles que se diziam seus amigos. Cheguei há inumeras respostas como : porque ele era mais pobre, porque era negro, porque falava tudo errado, porque suas notas não eram lá aquelas coisas ou porque ele se sentia o próximo Ronaldinho durante as aulas de educação física. Mas nenhum desses porque's são motivos sufientes para maltratar alguém daquele jeito com palavras ofencivas, degradantes, que magoava até a mãe dele que não estava presente e com agressão física como os tais 'pelada Robinho' que aconteciam diariamente.
O que mais me perturbava ao ver isso, não era o fato de que aquilo tudo vinha dos amiguinhos dele, mas sim, de perceber que o próprio Gabriel fazia o mesmo com o s outros para não se sentir tão inferior, chegando a fazer um outro garoto desmaiar após aplicar-lhe uma chave de braço.
O resultado de tudo isso?
Nem eu sei. O que eu sei que é Bulliyng não faz bem a ninguém, tanto ao agressor como ao agredido.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Enfim, todos erram.


Quem nunca fez alguma coisa errada na vida que levante a mão. Todos nós algum dia fez algo do que se arrependesse, mas que logo não passou de algo a que se recordar e que nos ensinasse algo. Na vida podemos errar com inúmeras coisas e a lista é grande, começando com os testes infindaveis de história na escola até pedir a pessoa errada em casamento....
Quando olhamos para trás e vemos o que aconteceu, muitos suspiram e riem, outros se xingam por poder cometar tal coisa absurda negando-se a si mesmo o privilégio de aprender com aquilo e recomeçar. Será que é tão errado assim admitir algo que não gostamos? Está aí um erro comum.
Sem ter de voltar anos em nossas vidas, podemos ver que um erro ou outro nos ajudou a sobreviver, a mudar um conceito ou a subir na vida. Talvez você nunca pensou no caso, mas já agradeu à aquele erro de outro dia que te vez o que queria com outros olhos? Isso pode ser loucura, mas de algum jeito ele te ajudou.
Quem nunca se deu ao prazer de errar, seja lá pelo que for, não tem a mínima ideia do bem que isso pode fazer, ou da magoa que pode aprisinar dentro de nós por um longo período de tempo.
Enfim seja você a pessoa mais corretamente certa na vida ou não, um dia vai cair de cara no chão e perceber que errou, e esse erro um dia pode se tornar um história a ser contada aos filhos ou mesmo uma lição a ser aprendida por muitos.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Praga de adolescente


Quando se é adolescente muitas vezes o muito parece uma micharia, sair com a mesma blusa 2 vezes no mês é a morte, não comprar os lançamentos da Avon na primeira vez que ele aprece no catálogo é pagar pelos pecados, não ter o novo tênis da Adidas é pleno suícidio. Tudo isso é pura ladaínha e para todos os adolescente do mundo, qualquer coisa é o fim do mundo.
Ninguém vai morrer se sair com a mesma blusa até 2 vezes na mesma semana, se não tiver os lançamentos de maquiagem na hora, se não puder comprar o seu décimo quinto par de tênis. Por que apesar de acharmos que não podemos continuar a respirar sem essas coisas, convenhamos que o que faz nos querer as comprar cada vez mais é a Vanessa Hudgens, garota propaganda da EckoRed, a Taylor Swift que usa makes impecaveis, a Kate Perry, a Heyley Willians e a Taylor Momsen que usam roupas estraordinarias. Não, a verdadeira culpada da história são as revistinhas da vida que impõe que se você não tiver tal coisa, você não é legal.
Comprar centenas de milhares de coisas que nunca conseguiremos usar em uma vida descente pode até nos fazer bem duas vezes no ano, mas do que dizer se toda vez que você for ao shopping gastar $500 do cartão do seu pai? Esse dinheiro talvez faça falta no fim do mês e você corre o sério risco de ficar de castigo e isso não é normal, não se você não for a Blair Waldorf ou a Serena Van der Woodsen.
O que falta muitas vezes para que esse vício de consumo pare de ocorrer tantas vezes é parar e se perguntar: "Eu realmente preciso disso?", "O que vai mudar se eu comprar isso?". Se a resposta for esquisita tipo: "O Marcos vai olhar para mim", ou "Com isso eu vou ganhar na loteria", pode ter certeza que tem algo errado com o seu poder de decisão.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Amor de criança

Eta saudades da daqui. Mal cheguei da praia e sai sai de novo pra viajar com meus tios, onde fomos velejar...Foi assim, maravilhoso!

Mas vamos ao meu texto de hoje.
--------------------------------------------------------------

Quando éramos crianças e sentávamos na calçada de casa e respirávamos fundo de tanto correr no campinho atrás daquela velha bola pensávamos que nada poderia nos deter, que mesmo que tudo ao nosso redor acabasse, nossa amizade continuaria ali inabalável. Mas aí crescemos. Crescemos um ao lado do outro. Sabíamos examatamente o que cada um pensava ao fazer aquelas caretas de desgosto, quando ríamos, ou chorávamos rios de lagrimas, sabiámos o que poderiamos fazer para magoar um ao outro, o que nos surpreeenderia, o que amavamos comer a calada da noite.
Foi exatamente aí que tudo começou. O coração poderia saltar pela boca quando nossos olhos se encontravamos, a respiração voltava a ficar mais rápida, mas ele era o meu amigo. Aquele amigo que vi crescer, de todos os modos. Vi o primeiro estresse, a primeira espinha na ponta do nariz, vi o meu coração doer quando ele dizia que gostava de tal garota, me vi querer chorar de raiva quando ele dizia que queria ficar com a menina da esquina.
Quis morrer literalmente quando percebi o que havia comigo mesma. Mas o que eu poderia fazer? Contar a ele estava fora de cogitação, isso poderia acabar com tudo de uma só vez e eu continuaria com uma dor no peito por perceber que estraguei tudo.
Apenas deixei o tempo passar. E ele passou, os anos passaram. Não adiantou de nada. Meu coração continua batendo do mesmo modo quando meu olhar cruza com o dele, minha repiração fica ofegante só de chegar perto dele.
Finalmente criei coragem e disse o que sentia por ele. Pude me sentir em um pesadelo quando completei meu "discurso", mas no final descobri como eu era tonta. Porque ele sentia o mesmo por mim.
_________________________________
Prometo que no proximo post conto as novidades e deixo um meme por aqui.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A droga do tempo


Não me venha contar novamente aquela história rídicula de que tudo passa com o tempo. Já deixei de acreditar nisso há muito tempo, do mesmo jeito que não acredito mais em contos de fada com seus enjuados felizes para sempre.
Na primeira vez que me deixei enganar por essa farsa meu coração se espremeu entre dolorosos burracos para continuar batento, meus olhos continuavam a deixar as tristes lagrímas caírem na hora de dormir e nunca consegui esquecer o que me magoou.
As pessoas deveriam sentir vergonha por enganar os outros com essa mentira descarada. Não é justo fazer alguém acreditar que os sentimentos de angustia, raiva e tristeza vão sumir, porque eles continuam ali, mesmo que imperseptiveis por um tempo, mas ai quando você volta aquela que morou quando criança, olha nos olhos daquela que te deixou na mão e re-encontra quem se dizia ser seu primeiro amor, elas voltam para te aterrorizar e lembrar tudo o que você perdeu.
Muitas vezes queria que isso fosse verdade, que tudo sumisse com o tempo, mas infelizmente isso parace não querer acontecer.
Sinceramente não entendo porque mesmo que anos passem, mesmo que nós mudemos por dentro, as lembranças continuam ali perturbando nos fazendo sofrer com algo que determinantemente deveria ser apagado e deixado lá trás onde aconteceu.
Odeio o fato de minha memória não ser lá essas coisas, mas quando se trata desses assuntos 'inacabados' ela funciona que é uma beleza me mostrando que não tenho como fugir do meu passado.
Se pelo menos eu voltasse a crer em contos de fadas e seus horríveis finais felizes talvez eu pudesse acreditar que o tempo pode curar a dor que aindao sinto aqui dentro desde quando deixei aquela velha casa junto meus sonhos e meu primeiro amor.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O sonho acabou


Quando se ainda é criança e se brinca de barbie, muitas garotinhas se fantaseiam com aquele dia mágico onde poderão entrar de branco dentro de uma 'igreja' acompanhada de seu pai até o altar onde seu eterno amado a espera.
Mas acontece que as crianças cresceram e a ideia de vestido branco, altar, e eterno amado foi ficando desatualizado e com uma certa repaginação no sonho, um papel salvatorio aparece, fazendo-a acreditar que se der errado, com uma simples assinatura tudo estará acabado e a vida poderá ser continuada e outro pretendente aparecerá com o tempo.
O 'até que a morte o separe' não é mais levado a sério por muitos. Não só por garotas que se dizem apaixonadas, mas também por aquele rapaz que tem cara de ser perfeito e que diz que fará de tudo para te deixar feliz.
Tudo isso se torna apenas uma página escrita de nossas vidas, onde podemos passar corretivo por cima ou fingir que nunca aconteceu.
O que será que aconteceria se levássemos a história de se casar a sério, acreditando verdadeiramente que pode dar certo, não deixando advogados metidos à besta que ganham horrores de absurdo te convecerem de assinar uma separação por diferenças irreconsíliaveis, aceitando literalmente a ideia de que só a morte separeria duas 'almas gêmeas'?
Bom, talvez as cadeias estivessem entupidas de pessoas que mataram seus cônjuges para se livrar de um peso, pois não o aguentavam mais roncando noite após noite no teu ouvido sensível, ou não suportavam mais olhar para aquele rosto sem maquiagem, que agora estava esculpido com olheiras grotescas e pequenas manchinhas. Talvez o mundo fosse governado por mulheres de TPM que mataram seua maridos para ficar com a gorducha herança.
Nunca se sabe.
O problema é que muitos desistem de tentar fazer dar certo. Acham que podem acabar com tudo em dois tempos se não conseguirem o café pronto na hora ou por poderem sair mais de sábado à noite com as amigas.
O que aconteceu com as garotinhas que queriam se casar e se vestir de branco e com aquele rapaz que prometeu te fazer feliz para o resto da vida? Onde vai haver felicidade eterna se não deixarmos eles tentarem nos fazer feliz o resto da vida?

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Indepêndencia forçada


Quando era bem pequenina nunca imaginei que um dia saíria de casa e deixaria o conforto de meu quarto lilás, roupa lavada todo dia e comida de graça para ficar em um cubiculo meia-boca 2x2 pintado as pressas sobre cascas dislacerdas na parede e uma lâmpada amarelada.
Ao fechar a porta de casa essa manhã ainda não sabia no que estava me metendo. A única coisa que sabia era que tinha de provar aos meu pais que podia muito bem sobreviver sem eles, já que os últimos meses meus ouvidos sensíveis foram obrigados a escutar sérios desaforos quanto ao meu estilo de vida depreciativo comparado ao de uma vagabunda qualquer.
Procurei emprego as pressas como babá de uma menina de 2 anos desse mesmo prédio que rezo pra que não caia na minha cabeça enquanto durmo, arrumei uma mala com as roupas que vi na frente esquencendo completamente meus 'luxos' como notbook com internet, celular pós-pago, iphone, chapinha e coisas comuns como, escova de dente, xampu, chinelo. Deixaria aquela vida para trás e viveria como eu pudesse.
Uma indepêndencia da vida de meus pais estava esperando para acontecer fazia tempo e agora olhando os 2 metros quadrados deste moquifo me pergunto se era necessario já que mal acabei o ensino médio e nem sei cozinhar um ovo direito. Diziam que eu queimava até água.
Meu namorado vivia dizendo que era muito mimada e que precisava ver a vida com novos olhos, os olhos de alguém que luta pra conseguir o que quer e que não pede para que o pai traga de sua viagem a negócio no outro lado do mundo.
Se ver com novos olhos significa morrer de fome, usar a mesma roupa trê dias seguidos por falta de alguém que as lave e dormir no chão duro, prefiro mil vezes escutar os desaforos de meu pai.
Mas ele não sabia do que estava falando. Não é ele que está preste a dar à luz a uma linda garotinha e para poder dar algo a esse teria de cuidar de outra. Aonde ele está agora que preciso dele? Pra ele foi facíl fugir da responsabilidade enquanto eu estou tentando não chorar e aprender com meus erros. Essa foi uma terrível decisão, ter de deixar minha mãe, minha casa para sentir na pele o que muito jovens passam por aí quando não possuim o apoio de seus pais.
Não sei como será minha vida quando fechar a porta e passar a chamar isso aqui de lar, também não sei o que será da minha filha daqui cinco meses.
Da única coisa que posso ter certeza daqui pra frente é que terei de me virar para dar a essa pequinina algo de que senta orgulho o suficiente para me chamar de mãe.

domingo, 25 de outubro de 2009

O Nx não sabe de nada.


Como o Nx Zero vive cantando Brasil à fora: "Entre razões e emoções a saída é fazer valer a pena". O problema é o seguinte, como fazer valer a pena se não sabemos o caminho que devemos seguir? Ou então o que devemos fazer?
Não adianta nada dizer pra fazer valer a pena se não rola nem uma dica de como fazer isso. Como podemos fazer escolhas que são decisivas se não sabemos a quem devemos escutar dentro de nós? A questão é não podemos esperar que a resposta surja na nossa cara. Temos de agir pensando que a decisão escolhida é aquela que vai fazer bem e não vai deixar o coração ultra carregado como se estivesse sirenes tocando, alertando uma burrada.
Cada uma delas tem uma forte força sobre nós que nem podemos imaginar, nos induzindo a fazer coisas inesperadas. As duas andam de mãos dadas nos forçando a escolher apenas uma mesmo sabendo que cada uma tem uma força diferente sobre nós. A razão nem sempre nos leva ao bom senso, fazendo com que magoemos os outros sem querer ou perceber, perder grandes oportunidades, ou não. A emoção nos impulsiona a realizar coisas no simples baque de querer sem pensar ao que isso nos levará, o que dá um certo charme a ela. Isso nos deixa na cruel dúvida de qual seguir.
Se pudéssemos sem esforço algum colocá-las em equilíbrio continuo, seria diferente. Seria bem mais fácil de entrarmos em acordo conosco mesmos e seguir o 'caminho' sem olhar pra trás e dizer 'porque não fiz tal coisa em vez disso?'. A droga do arrependimento por falta de melhor análise da situação.
Tendo cada uma em um dose certa na ponta das mãos, saberemos o que fazer sem nosquestionar muito, deixando assim, de perder tempo à toa.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Eu, não você. Se toca!


Há uma música que diz "Descanço agora, pois os dias ruins, todo mundo tem, já jurei pra mim, não desanimar.E não ter mais pressa, pois sei que o mundo vai girar". A questão e hoje é o mundo não era como a 40 anos atrás e muita coisa mudou, o mundo gira e nada continua a ser como era. É uma lógica que isso aconteça. Mas, tem uma coisa que poderia fazer o mundo dar uma baita de uma virada e acabar com tudo que acontece. Bom, pelo menos com a maioria das catástrofes.
O individualismo.
Muita gente nunca deve ter pensado nisso, ou se pensou descartou na hora. O problema das coisas hoje é que cada um pensa só no seu proprio umbigo e esquece dos outros. O que seria dos Estados Unidos se por acaso o Osama tivesse cogitado na ideia de não por seu plano em prática de derrubar os World Trend Center pelo fato de que haveria milhares de mortes de pessoas que não tem nada que a ver com o assunto dele? O que seria dos ambientes fechados se os mal-humorados lembrassem que não os unicos a terem de pegar uma 'pequena' fila para que ficassem felizes? Muitas gente não morreria para que o Bush criasse vergonha na cara e os ouvidos alheios não ficariam ardendo de escutar desaforo da senhorinha a sua frente na fila, nem que fosse na sorveteria da esquina.
Mas, é claro que tudo tem seu jeito de funcionar, poderia demorar um tempo para que cada um se tocasse e percebesse que contribui nem que seja 0,0000000001% para a situação no mundo estar do jeito que está, mas funcionaria. É um sonho futurista pode se dizer por assim, mas é no futuro que as coisas acontecem e não aqui no chamado presente. Então quando você ler isso aqui, pra mim já será futuro e muita coisa já terá mudado.

domingo, 11 de outubro de 2009

Ever ever after...


Meus pés estavam latejando de tanto correr com aquele salto enorme no meio da rua em plena madrugada. Mais uma vez lagrimas caindo dos meus olhos involuntariamente por achar que dessa vez tinha achado a pessoa certa, mas você estava errada, claro porque não estaria, você viu ele se agarrando com sua melhor amiga na festa do colégio da qual a ideia era ir com ele já que fui EU que fiu convidada pelo tal.
Tropecei em um buraco na calçada caindo no chão ralando o joelho. Sentei arrasada em meio da calçada retirando as sandálias do pé e jogando-as no meio da rua vazia. Escondi meu rosto entre as pernas para chorar tudo que estava entalado na garganta. Ouvi alguns estalos ao meu lado e uns flash's de luz se aproximando. Me afastei da luz o mais rápido possivel até encostar na parede atrás de mim. Tampei o rosto com as mãos com medo do que veria sair das luzes.
- Hei! - gritou alguém a minha frente tentando retirar minhas mãos do rosto. - Moça, me ajuda!
Retirei as mãos do rosto devagar ao perceber que a voz parecia ser de uma criança. Forcei os olhos para ver o havia ali, mas eu estava sozinha no meio da calçada.
- Hei moça! - chamou novamente a voz ao meu lado.
Assustei ao me virar e ver um garotinho voando de fraldas. Estiquei minha mão até ele para tocar para ter certeza que não havia dormido por engano ali no relendo. Por mais incrível que parecesse minha mão o tocou fazendo-o rir.
-Não faz isso moça. - pediu ele retirando minha mão de sua barrigada gelada. - Levanta moça. Vamos, levanta!
- Hã? - perguntei, isso se hã for uma pergunta. - Me levantar?
- É moça. Vamos eu tenho muito trabalho a fazer. - pediu ele puxando meu braço para cima tentando me levantar.
- Trabalho, que trabalho? - questionei me levantando.
- Você precisa de um namorado. - disse ele arrumando meu cabelo - Não precisa?
Olhei-o fixamente como se pudesse ver atrás dele. Parecia mais um pequeno anjinho aquela criaturinha minha frente. Toquei-o mais uma fez fazendo-o rir, para comprovar a minha ideia absurda de que estava conversando com o que seria um pequeno cupido.
- Como, como você sabe, quero dizer.... Eu não preciso de um namorado! - bradei indo até a rua para pegar minhas sandálias.
- Como você prefere? - perguntou ele abrindo uma pequena caderneta com caneta na mão - Alto, baixo, loiro, ruivo, morenos, esperto, burro mas bonito, como é?
- Você está de brincadeira. - disse colocando as sandálias - Você quer escolher um namorado pra mim a essa hora da madrugada?
Ele olhou para a caderneta e marcou alguma coisa e voltou a olhar para mim toda descabelada.
- Bom, eu preciso fazer isso e tanto me faz a hora em que vai ser. - respondeu ele - Aliás, você tem reclamado muito dos meus serviços.
- Eu não tenho reclamado. - sussurrei - Eu nem sabia que você existia.
- Por isso vamos começar já a trabalhar em equipe. Você me diz do que gosta e eu te arranjo o tal do 'princípe' inexistente.
- Moreno, olhos verdes, esperto, educado, meigo. - respondi
- Você quer é um milagre e não um namorado. - reclamou ele fechando a caderneta - Assim não dá pra ajudar.
Flash's de luzes voltaram a aparecer ao seu redor. Aos poucos pude vê-lo desaparecer. Esfreguei os olhos e ao abri-loa não havia mais nada por ali. Estava de novo sozinha na rua.Ao longe pude ver outra par de luzes se aproximando com um som alto. Tampei meus olhos quando o carro parou na minha frente com aquele farol alto.
- Hei você! - gritou alguém com a cabeça elo lado de fora da janela - precisa de ajuda?
Ao abaixar a mão sorri ao ver um cara om descrevi ao cupído. Não era tão difícila ssim...
- Você pode me ajudar a achar meu caminho pra casa? - perguntei
- Entra aí que te ajudo. - pediu ele.


-----------------------------------------------------------
Viajei legal nessa história, espero que gostem.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Família trapasseira


Felizmente o sonho de consumo foi realizado. Antes tarde do que nunca. Há três anos atrás eu, minha irmã e meu descuidado primo resolvemos lacrar a poupança e guardar todos os centavamos que achacemos. Três anos depois, aqui estou eu curtindo cada centavo que economizei para fazer a minha viagem dos sonhos e conhecer meus 'parentescos' na formoza Itália, passando por Roma, Veneza, Florença e Scília.
Quando decidimos por fim pra onde iria toda nossa grana, havia algo há mais na nossa intenção do que simplesmente conhecer cidades com mais de 1.000 anos de existencia. Havia algo que precisava ser feito entre nós que há tempos estava nos matando por dentro. Desde que eramos crianças nosso sonho não era conhcer a formoza Itália e sim pegar de volta o que nos pertencia. Issom mesmo, ir a Itália pelo simples fato de resgatar o que nos foi roubado um século atrás. E isso se chamava herança.
Nossa herança fora roubada descaradamente pelos parentes egoistas da época e cá estamos nós dispostos a ter em nossas contas bancarias cada centavo de volta e com juros! A coisa mais facíl do mundo que iriamos fazer, já que esse país é infestado de Mattei's (nosso sobrenome) do mesmo jeito que São Paulo é cheio de ratos.
Nossa completa cara de pau não nos eixou levar bagagem alguma, só a roupa do corpo, uma maquina fotografica, um dicíonario em italiano e um mapa mostrando onde estava situado cada fabrica construida com nossa fortuna.
Quanto tempo isso iria demorar nós não tinhamos certeza, mas só arredariamos o pé daqui quando por fim pudessemos desfrutar do que era nosso por direito e o malvado tataravô fez questão de deixar claro que jamais iriamos ver.
Ele só não contava com três tataranetos obsecados por vingança, que não tem a cabeça no lugar.


---------------------------------------------------

Sem zuera, minha poupança tá congelada e essa viagem só podera ser feita quando minha irmã e meu primo completarem 18 anos, o que só acontecerá daqui 3 anos.
Ainda não há nada previsto com relação ir atrás do que nos pertenec mais as cgances de isso realmente aconteer são bemmm fortes.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Changes


O.k não consegui ficar muito tempo longe daqui. Então vou postar um texto por postit. Mas continue votando!

--------------------------------------------------------------
As pessoas tem um habito estranho na vida. Mudar para se sentirem felizes pelo que não têm.
Muitas mulheres que moram sozinhas gostam de se mudar constantemente de cidade para cidade por terem uma desilusão amorosa, que para elas é irrecuperável se continuarem no mesmo 'habitat' que o ser vivo que a magoou. Adolescente muitas vezes inconsequentes amam mudar a cor do cabelo, os tipos de roupa que usam diariamente e de amigos se for preciso. Crianças inocentes não mudam nada, nem a roupa do dia.
Inúmeras vezes eu quis ser criança por esse fator. O porquê disso, é o fato que alguns não se acostumam com as mudam e se pudessem exterminariam essa palavra, seu significa e ações. Mudar o corte de cabelo porque está feio é uma coisa, mas mudar de estado, país cidade, quem sabe até de família é uma história muito diferente, que pode levar meses e anos para fechar todas as cicatrizes não deixando o frio da magoa penetrar em si.
Um fator irradiante da mudança, podem discordar se quiser, mas é um amor não correspondido, ou coração quebrado. Mudamos todos os hábitos, lugares que íamos, o que comíamos, com quem andamos por determinado tempo, e guardamos em uma enorme caixa sem fundo tudo o que nos faria lembrar de momentos mágicos, felizes e risonhos que passamos ao lado daquele que achávamos que jamais nos faria sentir como se o mundo acabasse naquele instante por dizer palavras simples e avassaladoras.
Um dia talvez possa afirmar-se que tudo que se ocorre no mundo e dentro de nós é culpa do amor.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Nem Jonnny Castle, nem Edward Cullen.


Todas as garotas deveriam ter um Johnny Castle (Patrick Swayze em Dirty Dance) em suas vidas. Não porque o ator morreu semana passada nem coisa do tipo. Talvez nem seja para ele os gritos que ecoam dentro de mim, quando agarro o saco de pipoca e choro desesperadamente com as coisas lindas que aconteceram a Baby no filme Dirty Dance.
Muito homens hoje em dia, deveriam passar horas assistindo a esse e outros filmes românticos para que haja um lavagem cerebral neles para que sejam como são descritos em livros de histórias, como Edward Cullen's da vida ou Michael Moscovitz's. Eu não ligaria de receber um carro a prova de tudo que é armamento vésperas de meu casamento. A vida poderia ser um lixo total desde que ele, o cara por quem fosse apaixonada me desse um pinguinho do que Bella e Mia possuem.
Há muito tempo aconteceu que de repente os homens deixaram de ser galanteadores. Um dia devem ter acordado e pensado 'puxa, acho que já gastei muito tempo sendo romântico, e vou deixar minha pansa crescer!'. Essa é uma das poucas explicações lógicas do porque eles do nada decidiram entrar em greve e mostrar que nosso pequeno sonho de se apaixonar por alguém descrito em um livro pra crianças é puro absurdo. Mas acreditar que os tais dos príncipes encantados um dia existiram é pedir pra ser internada em um manicômio. Se um dia eles existiram foi a muito tempo, em uma época chamada idade média quando a louca de uma rainha batizou o filho com o nome de 'Encantado', caso contrário, não há vestígios de que alguma vez na história alguém já tenha se apaixonado pelo tal.
Nos tempo que vivemos hoje a galera não pensa mais nisso. Nem sequer a maioria lê livros de histórias que nos deixam acordadas durante a noite pensando em encontrar alguém daquele jeito. Não, muito pelo contrário. Tanto homens como mulheres só querem saber do 'rala-e-rola', e se deixar nem lembram como se prevenir numa hora dessas.
Segundo minha concepção de certo e errado, o mundo tá perdido!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

It presses play


A vida deveria ser idêntica aos filmes de Holywood, quero dizer, não quanto ao assunto do filmes, mas igual no que se trata surgir uma musiquinha de fundo que faz tdodo mundo se emocionar. Se pudesse andaria ruas a fora carregando meu rádio nos ombros, como alguns faziam na década de 1980 e quando enxergasse um momento oportuno apertaria o play com a música escolhiada para a ocasión.
Posso até imaginar quais cantore e bandas entrariam nessa minha brincadeira. Miley Cyrus com sua meiga 'True Friends' para todos os fins de semana, Black eyes peas emabalando Bown Bown Pow na hora de fazer o almoço, Fresno gritando 'Polo' na hora da fossa, HSM com a doçura de 'I can have this dance' quando por fim me apaixonasse verdadeiramente, Taylor Swift em 'Fearlees' para poder ter inspiração, Jessé McCartney cantando 'Because you liven' na hora de dormir, The American Rejects da 'Movie Along' pra andar por aí e claro Paramore com a lindíssima Hayley em 'That's What You Get'. Uh ,grande play list da minha vida essa!
Essas sempre estiveram presente na minha vida, mas tem uma que toda a vez que é tocada ou quando eu lembro de alguma coisa, vem a minha mente. Thinking of you da glamurosa Katty Perry. Ela toca lá no fundo toda vez que a ouço e se pudesse relamente ser tocada quando algo relacionado acontecesse, me sentiria estrela do próximo filme Holywoodyano.
As músicas podem até não estarem presente 24 horas por dia na nossa vida como acontece na rede televisiva. No fundo, mas bem no fundo todos achariam estranho estarem andando e do nada um música começar a tocar vinda do nada. Já pensou se a minha música se embrama com a da garota punk que tá atravessando a rua? Não ia escultar nada. Imagine aquela música linda da que você ama de paixão estar tocando e um rock papauleria surge do nada?
É isso que me faz pensar em querer ficar com o meu rádio onde está.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

"Três pessoas podem manter um segredo, se duas delas estiverem mortas."

Os ouvidos começam a se coçar ao sentir palavras adocicadas e perigosas penetrarem em si. E se levarmos a sério a teoria de Benjamim Franklin quanto aos que conseguem guardá-los, esses ouvidos devem estar de baixo da terra sendo comidos por bichinhos nojentos.
A primeira vez que se passa a ser confidente daquela pessoa que você mais ama na vida, não importa que você esteja no meio de milhares de outras pessoas que falam sobre algo que tem a ver com o que você sabe, você por respeito vai ficar de boca fechada, até podendo suar frio para que sua confiança seja mantida integra.
Ás vezes sem nos darmos conta nossos lábios se entregam ao pecado de contar tudo o que sabem, deixando a torcida do flamengo informaderríma daquele ato vergonhoso que alguém cometeu. Claro que só perceberemos o estrago que fizemos alguns milésimos de segundos depois que provavelmente uma risada grotesca for dada, ou quando um sonoro “oh” foi dialogado por centenas de pessoas ao mesmo tempo parecendo um coral mal feito.
Na grande maioria das vezes temos de entender que se quisermos que absolutamente ninguém saiba de algo sobre nós, devemos ter a decência de perceber que nem mesmo aquela maravilhosa-amiga-eterna deve ficar sabendo do que estamos guardando lá no fundo do coração abaixo de alguns litros de sangue. Contar o que nos compromete e nos deixa envergonhado deve ser um ato de plena ciência de que um dia isso vai vir à tona, seja isso amanhã ou a daqui a meia hora.
Ter algo em nós que não nos pertence como o bendito segredo é algo que nos foge o cabo de ter de cuidar bem, já que basta muito ter de cuidar dos nossos próprios segredos íntimos e irreveláveis que nunca saírão boca a fora se tivermos um pingo de juízo, deixando nossa consciência favorável a um bom estado já que não teremos de nos preocupar se estaremos sendo julgadas por algo que fizemos quando deixam por escapar o que tanto alertamos que mais ninguém deveria ficar sabendo.
Já ouviu aquela frase: “Você tem vida? Então cuida da sua” ?, ela deve ser empregada ao segredo mudando assim seu sentido, deixando claro o seguinte: “ Você tem segredo? Então cuida do seu”.

---------------------------------------------------------------------------------
Só pra avisar que por um descuido meu eu nem tinha percebido que fiquei no segundo lugar no Once Upon a Time da 7* edição. U-hú! Com o texto rosa-da-primavera

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Delinquências?!


Não preciso andar muito, ou abrir o jornal toda manhã, muito menos assistir tevê para encontrar atos desse acontecimento. Na verdade eu apenas preciso andar 2 quadras para cima da minha da casa e pronto, cheguei na rua mais movimentada da minha cidade onde é o endereço da minha escola. Mesmo sendo um escola tradicional, a mais velha da cidade, é nela muitas delinquências acontecem.
No primeiro bloco da escola, numa sala que fica em cima da diretoria, a número 2 para ser exata, é o alvo principal e constante de depredação. Sabe o que é engraçado? A idade deles. São crianças de 11 a 13 anos, se é que isso ainda é considerado criança. Essas pessoinhas arrancam concreto puro da parece envolta da janela, deixando-a no tijolo. Mas deixe eu contar o que houve dentro do banheiro dos meninos, onde devo salientar que nunca entrei!
No último mês de aulas antes das férias, 9 alunos do 3* ano foram expulsos por simplesmente abrirem um buraco na parede que dá acesso ao lado de fora da, onde toda noite ele, os 9 saíam e compravam 'pinga' entre outras bebidas proibidas para menores de 18 anos, enchiam a cara, quebravam tudo que havia pela frente e sem mais nem menos voltavam para sala de aula como se nada tivesse acontecido.
Fico imaginando o que leva as pessoas dessa idade a destruírem um bem publico. Muitas vezes acho que é pelo fato dos pais darem muita liberdade ou prenderem de mais os filho, o que leva a uma controvérsia. Se você dá liberdade pra que esses jovens saíam e façam o que querem da vida, logo eles vão fazer tudo mesmo. Se você prende de mais, quando você vira as costas lá estão eles aprontando por revolta de nunca poderem fazer nada. Lógico que não é na maioria dos casos que isso acontece.
Minha mãe diria na frente da cada um dos pais desses mini-marginalzinhos que todos sem exceção precisam é de uma boa surra pra aprender a respeitar de dar valor ao que de todos. O que faz lembrar que também é a violência em casa que leva as pessoas a serem como são e deixam aqui sem respostas de como trata isso.