quinta-feira, 20 de maio de 2010
Untitled 03
sonhado por: Chris às 10:08 7 medos
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terça-feira, 11 de maio de 2010
Pedido do futuro
Bem, etão vai ser assim, quando tiver vontade de postar contos eu posto, quando de repente me bater a vontade de postar outras coisas bem loucas vou ver no que vi dar.sonhado por: Chris às 12:23 8 medos
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quinta-feira, 18 de março de 2010
Diario aquático.
Acabei de dar uma escapulida do Grand Prix de Austin, aqui no Texas para não ter de enfrentar aqueles repórteres doidos de sempre que vivem me perguntando à mesma droga de sempre.
Não foi como na Seletiva Americana B, porque não quebrei nenhum grande recorde entre as Américas. Mania que as pessoas têm de ficar separando as coisas. Mas não estou ligando muito para isso não.
Na verdade eu nem gosto disso que faço, sabe nadar e toda essa pressão para ganhar sempre. Que ninguém me ouça dizendo isso, mas se pudesse não teria participado do Open em São Paulo para não ter de pagar o mico de colocar aqueles supermaiôs. Só que eu não quero ouvir Brett Hawke gritar mais uma vez no meu ouvido com aquele sotaque caipira enquanto cospe como eu deveria esticar mais os braços, respirar menos e mergulhar mais fundo e rápido ao pular da plataforma.
A única coisa boa que me aconteceu nessa competição de meia tigela foi ter ficado na frente aquele enjoado do Garrett Weber-Gale, que chegou quase uma década depois de mim e do problemático Matthew Grevers que eu ainda acho que está dentro da piscina procurando o lado da largada.
Uma vez nessa vida eu queria perder uma dessas competições chatas onde nunca tem música descente tocando e frango com polenta. Só que se isso acontecesse a Arena e a TNT retirariam o patrocínio e bay bay piscina e bebida de graça forever.
Hoje me dei conta que havia esquecido aquele maiô esquisito que o Gustavo Borges me deu uns anos atrás. Como é que eu tive a capacidade de guardar aquilo por tanto tempo? Meu, aquele negócio foi usado por ele, e não tem mais utilidade alguma, será que ele esperava que eu a emoldurasse ou coisa assim? Acho que vou jogar no lixo, ou doar para os pobres. Não tem fundamento continuar guarando aquele treco.
Mais um dia chato dentro de piscinas com fungos e micoses na vida de Cesão.
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Aí que pecado! Eu amo o Cesar Cielo e me doeu o coração tirar uma com a cara dele ao escrever esse 'diario ao contrario'.
sonhado por: Chris às 21:30 15 medos
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Eu sei quem me matou*
Minha cabeça doía terrivelmente, uma pequena luz a minha frente me cegava. Onde eu estava mesmo? O que acontecera comigo? Meu cérebro não buscava informações que eu precisava, mas alguns lampejos me fizeram recordar o que eu tinha de fazer.
Me levantei do chão frio olhando ao redor procurando por alguma identificação de onde eu estava. Não era preciso entrar em pânico, afinal alguém procuraria por mim a qualquer hora. Precisava lembrar exatamente o que me disseram antes de acordar.
- Temos uma jovem. – disse um homem pequeno e careca narigudo atrás de uma mesa branca – Melinda, 30 anos, cantora falida, roubada pela mãe que fugiu com o empresário da filha para a Argentina, e que agora mora de favor em uma das casas de aluguel do ex-namorado*.
Melinda. Agora eu era Melinda. Cantora falida. Não conseguia ligar o nome a qualquer noticia dos jornais que eu possa ter escrito antes de sofrer aquele acidente há uma hora atrás.
Sai do beco escuro, andando lentamente, por causa de uma dor na perna esquerda abaixo do joelho. Provavelmente quebrada. Estava perto de casa. Quero dizer, da casa de Melinda, não da minha. Só podia ser ela. O baixinho da mesa branca explicara umas 4 mil vezes, que era uma longa casa de tijolos vermelhos, com flores amarelas nas janelas e que a chave estaria debaixo do carpete. Eu precisava agir logo.
Peguei a chave depois de uma luta para abaixar sem gritar de dor e entrei na casa que tinha todas as luzes acesas mesmo sendo tarde. Subi as escadas ao lado do hall de entrada me deparando com um quarto bagunçado.
Retirei as roupas rasgadas e sujas, colocando outras que eu jamais sonharia em por em qualquer vida. Um moletom preto e uma camisa de malha, colocando outro par de tênis. Saí da casa, deixando as luzes ainda acesas. Precisava chegar até a redação do jornal da cidade antes que Gustavo terminasse a loucura que começara. Ele não poderia machucar mais ninguém apenas para ficar com o cargo de diretor chefe de redação. Esse era o meu cargo.
Parei a frente de um prédio antigo, onde podia ver o zelador sentado atrás do balcão da recepção pela porta de vidro. Olhei para rua vazia e atravessei a rua entrando na lateral do prédio onde havia uma escada de emergência. Pulei para alcançar o primeiro andar, segurando um grito de dor ao esbarrar o joelho na borda do patamar ao me levantar.
Subi as escadas o mais rápido que pude parando no penúltimo andar ao lado da sala que Gustavo se encontrava. Pule a janela, caindo no chão ao tropeçar no batente. Atravessei a sala escura mancando, me apoiando nas paredes, parando ao chegar ao corredor ao ver uma sombra saindo da sala ao lado, seguido por um grunhido.
Desencostei da parede tentando não fazer careta de dor ao encostar o pé esquerdo no chão. Atravessei o corredor entrando na sala ao lado a tempo de ver Gustavo escondendo o meu velho eu dentro do armário de papel e tinta para impressora.
- Gustavo. – chamei me aproximando assustando-o fazendo-o bater a porta – Gustavo Mendonça?
- Sim, sou eu. – respondeu ele limpando as mãos em seu paletó barato me examinado – Melinda? Melinda Olsen? A sessão de musica já fechou com a Kesha. – contou me dando as costas para pegar alguns papeis sobre a minha mesa.
Olhei ao redor e encontrei aquele velho troféu de jornalista do ano empoeirado sobre a mesa de centro. Peguei-o pela ultima vez e acertei a cabeça dele fazendo-o cair. Passei pelo seu corpo abrindo a porta do armário onde meu velho-eu estava, retirando a arma que ele plantara em minha mão para fazer parecer suicido, colocando-a nas mãos de Gustavo.
Recuei devagar, em direção ao telefone.
- Policia de Inglishburgo. Em que posso ajudar?
- Queria informar um assassinato. – disse com a mão contra o peito.
- quem é a vitima?
- Sou eu.
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*Bom, a minha personagem da história é uma cópia emprestada de um dos livros da Meg Cabot - Tamanho 42 não é gorda. E o nome do título é de um filme da Lindsay Lohan.
Ah, e sei que não foi bem esse o tema proposto pelo Bk, mas se eu morresse e tivesse outra change, iria fazer de tudo para pegar o assasssino.
sonhado por: Chris às 09:30 10 medos
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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
O causo do Gabriel.
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terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Enfim, todos erram.
sonhado por: Chris às 21:20 5 medos
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Praga de adolescente
sonhado por: Chris às 19:20 4 medos
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Amor de criança
Eta saudades da daqui. Mal cheguei da praia e sai sai de novo pra viajar com meus tios, onde fomos velejar...Foi assim, maravilhoso!

sonhado por: Chris às 17:28 8 medos
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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
A droga do tempo
sonhado por: Chris às 23:14 9 medos
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sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O sonho acabou
sonhado por: Chris às 11:41 8 medos
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Indepêndencia forçada
sonhado por: Chris às 22:13 6 medos
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domingo, 25 de outubro de 2009
O Nx não sabe de nada.


sonhado por: Chris às 22:02 6 medos
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terça-feira, 20 de outubro de 2009
Eu, não você. Se toca!
sonhado por: Chris às 11:32 6 medos
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domingo, 11 de outubro de 2009
Ever ever after...
Tropecei em um buraco na calçada caindo no chão ralando o joelho. Sentei arrasada em meio da calçada retirando as sandálias do pé e jogando-as no meio da rua vazia. Escondi meu rosto entre as pernas para chorar tudo que estava entalado na garganta. Ouvi alguns estalos ao meu lado e uns flash's de luz se aproximando. Me afastei da luz o mais rápido possivel até encostar na parede atrás de mim. Tampei o rosto com as mãos com medo do que veria sair das luzes.
- Hei! - gritou alguém a minha frente tentando retirar minhas mãos do rosto. - Moça, me ajuda!
Retirei as mãos do rosto devagar ao perceber que a voz parecia ser de uma criança. Forcei os olhos para ver o havia ali, mas eu estava sozinha no meio da calçada.
- Hei moça! - chamou novamente a voz ao meu lado.
Assustei ao me virar e ver um garotinho voando de fraldas. Estiquei minha mão até ele para tocar para ter certeza que não havia dormido por engano ali no relendo. Por mais incrível que parecesse minha mão o tocou fazendo-o rir.
-Não faz isso moça. - pediu ele retirando minha mão de sua barrigada gelada. - Levanta moça. Vamos, levanta!
- Hã? - perguntei, isso se hã for uma pergunta. - Me levantar?
- É moça. Vamos eu tenho muito trabalho a fazer. - pediu ele puxando meu braço para cima tentando me levantar.
- Trabalho, que trabalho? - questionei me levantando.
- Você precisa de um namorado. - disse ele arrumando meu cabelo - Não precisa?
Olhei-o fixamente como se pudesse ver atrás dele. Parecia mais um pequeno anjinho aquela criaturinha minha frente. Toquei-o mais uma fez fazendo-o rir, para comprovar a minha ideia absurda de que estava conversando com o que seria um pequeno cupido.
- Como, como você sabe, quero dizer.... Eu não preciso de um namorado! - bradei indo até a rua para pegar minhas sandálias.
- Como você prefere? - perguntou ele abrindo uma pequena caderneta com caneta na mão - Alto, baixo, loiro, ruivo, morenos, esperto, burro mas bonito, como é?
- Você está de brincadeira. - disse colocando as sandálias - Você quer escolher um namorado pra mim a essa hora da madrugada?
Ele olhou para a caderneta e marcou alguma coisa e voltou a olhar para mim toda descabelada.
- Bom, eu preciso fazer isso e tanto me faz a hora em que vai ser. - respondeu ele - Aliás, você tem reclamado muito dos meus serviços.
- Eu não tenho reclamado. - sussurrei - Eu nem sabia que você existia.
- Por isso vamos começar já a trabalhar em equipe. Você me diz do que gosta e eu te arranjo o tal do 'princípe' inexistente.
- Moreno, olhos verdes, esperto, educado, meigo. - respondi
- Você quer é um milagre e não um namorado. - reclamou ele fechando a caderneta - Assim não dá pra ajudar.
Flash's de luzes voltaram a aparecer ao seu redor. Aos poucos pude vê-lo desaparecer. Esfreguei os olhos e ao abri-loa não havia mais nada por ali. Estava de novo sozinha na rua.Ao longe pude ver outra par de luzes se aproximando com um som alto. Tampei meus olhos quando o carro parou na minha frente com aquele farol alto.
- Hei você! - gritou alguém com a cabeça elo lado de fora da janela - precisa de ajuda?
Ao abaixar a mão sorri ao ver um cara om descrevi ao cupído. Não era tão difícila ssim...
- Você pode me ajudar a achar meu caminho pra casa? - perguntei
- Entra aí que te ajudo. - pediu ele.
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Viajei legal nessa história, espero que gostem.
sonhado por: Chris às 23:00 9 medos
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quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Família trapasseira
sonhado por: Chris às 16:28 5 medos
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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Changes
sonhado por: Chris às 15:19 6 medos
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segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Nem Jonnny Castle, nem Edward Cullen.
sonhado por: Chris às 23:08 8 medos
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
It presses play
sonhado por: Chris às 16:30 2 medos
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
"Três pessoas podem manter um segredo, se duas delas estiverem mortas."
Os ouvidos começam a se coçar ao sentir palavras adocicadas e perigosas penetrarem em si. E se levarmos a sério a teoria de Benjamim Franklin quanto aos que conseguem guardá-los, esses ouvidos devem estar de baixo da terra sendo comidos por bichinhos nojentos.
A primeira vez que se passa a ser confidente daquela pessoa que você mais ama na vida, não importa que você esteja no meio de milhares de outras pessoas que falam sobre algo que tem a ver com o que você sabe, você por respeito vai ficar de boca fechada, até podendo suar frio para que sua confiança seja mantida integra.
Ás vezes sem nos darmos conta nossos lábios se entregam ao pecado de contar tudo o que sabem, deixando a torcida do flamengo informaderríma daquele ato vergonhoso que alguém cometeu. Claro que só perceberemos o estrago que fizemos alguns milésimos de segundos depois que provavelmente uma risada grotesca for dada, ou quando um sonoro “oh” foi dialogado por centenas de pessoas ao mesmo tempo parecendo um coral mal feito.
Na grande maioria das vezes temos de entender que se quisermos que absolutamente ninguém saiba de algo sobre nós, devemos ter a decência de perceber que nem mesmo aquela maravilhosa-amiga-eterna deve ficar sabendo do que estamos guardando lá no fundo do coração abaixo de alguns litros de sangue. Contar o que nos compromete e nos deixa envergonhado deve ser um ato de plena ciência de que um dia isso vai vir à tona, seja isso amanhã ou a daqui a meia hora.
Ter algo em nós que não nos pertence como o bendito segredo é algo que nos foge o cabo de ter de cuidar bem, já que basta muito ter de cuidar dos nossos próprios segredos íntimos e irreveláveis que nunca saírão boca a fora se tivermos um pingo de juízo, deixando nossa consciência favorável a um bom estado já que não teremos de nos preocupar se estaremos sendo julgadas por algo que fizemos quando deixam por escapar o que tanto alertamos que mais ninguém deveria ficar sabendo.
Já ouviu aquela frase: “Você tem vida? Então cuida da sua” ?, ela deve ser empregada ao segredo mudando assim seu sentido, deixando claro o seguinte: “ Você tem segredo? Então cuida do seu”.
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Só pra avisar que por um descuido meu eu nem tinha percebido que fiquei no segundo lugar no Once Upon a Time da 7* edição. U-hú! Com o texto rosa-da-primavera
sonhado por: Chris às 15:29 8 medos
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quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Delinquências?!
No primeiro bloco da escola, numa sala que fica em cima da diretoria, a número 2 para ser exata, é o alvo principal e constante de depredação. Sabe o que é engraçado? A idade deles. São crianças de 11 a 13 anos, se é que isso ainda é considerado criança. Essas pessoinhas arrancam concreto puro da parece envolta da janela, deixando-a no tijolo. Mas deixe eu contar o que houve dentro do banheiro dos meninos, onde devo salientar que nunca entrei!
No último mês de aulas antes das férias, 9 alunos do 3* ano foram expulsos por simplesmente abrirem um buraco na parede que dá acesso ao lado de fora da, onde toda noite ele, os 9 saíam e compravam 'pinga' entre outras bebidas proibidas para menores de 18 anos, enchiam a cara, quebravam tudo que havia pela frente e sem mais nem menos voltavam para sala de aula como se nada tivesse acontecido.
Fico imaginando o que leva as pessoas dessa idade a destruírem um bem publico. Muitas vezes acho que é pelo fato dos pais darem muita liberdade ou prenderem de mais os filho, o que leva a uma controvérsia. Se você dá liberdade pra que esses jovens saíam e façam o que querem da vida, logo eles vão fazer tudo mesmo. Se você prende de mais, quando você vira as costas lá estão eles aprontando por revolta de nunca poderem fazer nada. Lógico que não é na maioria dos casos que isso acontece.
Minha mãe diria na frente da cada um dos pais desses mini-marginalzinhos que todos sem exceção precisam é de uma boa surra pra aprender a respeitar de dar valor ao que de todos. O que faz lembrar que também é a violência em casa que leva as pessoas a serem como são e deixam aqui sem respostas de como trata isso.
sonhado por: Chris às 11:43 4 medos
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