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Posso confessar uma coisa?
Amo todos vocês que leem, que acompanham meu blog e que o seguem.
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Quatro anos de felicidade!!!




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quarta-feira, 1 de maio de 2013

In Starbucks II

Demorei um tempo até perceber que estava sentado no chão, passando a maior vergonha, e olhar para ver quem tinha me derrubado daquele jeito.
O garoto que havia aberto a porta tão bruscamente, mau se deu ao trabalho de perceber o que tinha acontecido e continuou adentrando a loja ainda no celular. A maior grosseria aquilo.
Me levantei toda desajeitada e fui atras dele, parando a sua frente logo após ele ter sentado na mesa em que ainda havia o meu bolo e o catão. Já não estava com tanta pressa ainda de ir embora. primeiro eu gostaria de ouvir um pedido de desculpas.
ele só foi notar minha presença ali a sua frente depois de desligar o celular.
  - Você não vai retirar isso daqui? - perguntou ele apontando para o meu bolo.
 - Não! - respondi me sentindo ofendida.
 - Ok, meu bem. você já recebe um salario para fazer isso, o que mais você quer?
respirei fundo por um segundo e o encarei juntando toda a minha raiva.
 - Primeiro, eu não trabalho aqui. - respondi com um sorriso sínico - Segundo, sim tem algo que eu quero de você.
ele me olhou assustado, mas não disse nada.
 - Um simples pedido de desculpas. - completei.
 - Desculpas pelo o que? - questionou.
 - Isso é serio? - perguntei me apoiando na mesa - Jura que você nem percebeu o que aconteceu assim que abriu a porta?
 - Não. - respondeu calmamente.
 - Você me derrubou! - bradei - E ainda passou por cima de mim, como se nem estivesse ali!
O que eu estava vendo não era a reação que eu esperava. Estava rindo de mim!
 - O que é tão engraçado?
 - Você. - respondeu ainda rindo
Esperei que ele dissesse mais alguma coisa, mas tudo que ele fez foi continuar a rir.
Estava com tanta raiva com tudo que estava acontecendo, principalmente por ter sido esquecida ali com um bolo lindo decorado, que a minha reação àquelas risadas foi impensada.
Simplesmente num único movimento segurei o bolo em minhas mãos e esfreguei em seu rosto. Então ele parou de rir.
 - Não, eu não vou pedir desculpas. - disse olhando fixamente para ele.
E sai dali.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Words


Eu queria estar naqueles dias. Aqueles dias em que se pode deitar e levantar as pernas para o ar. Queria pegar novamente uma caneta e a minha velha agenda-confidente e escrever um texto super interessante, como aqueles que antigamente eu conseguia fazer em dois três minutos enquanto ouvia música no último volume.
Há tantas coisas que no momento eu queria poder fazer...
Seria muito mais simples se os dias pudessem ter mais do que miseras 24 horas e proporcionasse o momento certo em que aquela velha história viria a minha cabeça e as palvaras saíssem facilmente na ponta da caneta.
Não sei até o momento o que aconteceu. A vontade de escrever não sumiu. As histórias malucas ainda estão aqui na minha cabeça me atazanando, me lembrando todos os dias que tenho de as por em dia. Mas as palavras não estão do mesmo jeito. Elas entraram em greve e resolvem aparecer do jeito que bem entendem e esquecem que sou eu quem decide a ordem em que vão aparecer.
Ter mais tempo não ajudaria. As músicas ainda são as mesmas, mas não fazem o mesmo efeito. Três, dois minutos são o tempo que eu levaria agora para pensar sobre o que tentaria escrever, antes que uma crise de inspiração me agarrasse.
Talvez essa seja a minha sina. Ter as palavras, mas não combiná-las perfeitamente.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

In the Forest 03

Eu não conseguia me mover. Não conseguia desgrudar os olhos do que estava a minha frente. Nem sequer conseguia respirar direito.
Era ele ali na minha frente. Aquele meu vizinho estranho. Aquele cara, que ficava me olhando estranho toda vez que saia de casa. Ele tinha uma expressão horripilante no rosto, como se fosse um maníaco ou qualquer coisa do tipo. Ficava ali na minha frente ofegando com os olhos franzidos me deixando apavorada.
Por um momento apenas pude morder meu lábio inferior esperando que ele fizesse qualquer coisa de uma vez. Mas em vez disso ele ficava ali me observando como se nada mais importasse. Aquela respiração ofegante em cima de mim estava começando a me irritar o que de certo modo era estranho.
Pisquei inúmeras vezes imaginando que se ao fechar os olhos ele faria o que tinha para fazer e acabaria com aquela tortura. Afinal ele estava me perseguindo a algum tempo. E ali ele estava parado me observando como se não quisesse nada.
Relutante levante uma das mãos levando-a em direção ao seu ombro. Antes que pudesse responder a sua ação, minha mão foi fisgada pela dele e a beijou.
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continua...

sábado, 14 de agosto de 2010

08/08/2010

(Ao som de Need you Now - Lady Antebellum; I'd come for you - Nickellback; The Only Exception - Paramore)
Às vezes, eu queria apenas sumir por algumas horas. Queria poder fechar os olhos e aparecer em outro lugar quando os abrissem. Há inúmeras coisas que eu queria. Mas, há uma de fato entre tantas, que realmente poderia me fazer feliz por toda a eternidade.
E eu sei que esse não é apenas o meu desejo, mas o teu também. Talvez esse seja o meu maior medo. Saber que o que você deseja e não poder cumpri-lo da devida maneira. Já tentei por vezes fechar os olhos durante a noite, esperando o sono chegar, mas você não sabe que em vez de ser deixada levar pelos meus sonhos malucos, perco as horas pensando em você.
Isso pode soar estranho, mas me imagino aí do teu lado enquanto dorme e sei que mesmo longe, você está pensando em mim e como eu devo estar.
Queria neste momento olhar em teus olhos e dizer tudo o que sinto. Mas, não consigo. Passei horas ensaiando incansavelmente, em busca das palavras perfeitas, apenas para descobrir que elas infelizmente nunca chegaram a existir.
E isso me machuca. Faz-me pensar, então, que, talvez, eu não possa dizer tudo o que tanto quero. E seria mais simples dizer somente: "Eu te amo!"; Mas isso nem chega perto do que sinto, do que quero, do que vejo em você.
Só não posso te olhar agora porque estive chorando. Estive chorando, quebrando minha cabeça e não cheguei à conclusão alguma do que deveria vir a seguir.
E agora te pergunto:
“Você sabe a resposta para isso que sinto?”
Porque a única coisa que consigo dizer é que preciso de você agora. Preciso de você para dizer que vai ficar tudo bem.
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GENTE TO CHOCADA COM UMA COISA QUE ME DISSEREM, A Milla VEIO ME DIZER QUE UMA MOÇA COM MUITA CARA DE PAU E COM UM SARDINHA NO LUGAR DE CEREBRO AND PLAGIANDO OS TEXTOS DELA E USA O NOME DO MEU BLOG PRA ISSO!!!! tEM CABIMENTO UM NEGOCIO DESSE? mE AJUDEM A FAZER ESSA CRIATURA A REVERTER A SITUAÇÃO MUDANDO O NOME DO BLOG E RETIRAR O BANNER QUE USA, PORQUE ISSO PODE ME PREJUDICAR!

domingo, 1 de agosto de 2010

Friendship


Ainda estava sentada naquela velha praça sob o carvalho. Estava no mesmo banco de anos atrás. Inutilmente ainda podia ouvir as risadas, as conversas, como tudo aquilo que passamos não fosse nada mais que uma antiga lembrança largada em minha mente.
Meus pés estavam balançando de um lado para o outro enquanto olhava para o chão tentando entender o que de fato havia acontecido conosco.
Não me recordava de ter gritado, muito menos de te ver partir. Mas de alguma maneira você não estava aqui. Não comigo.
Encostei a cabeça no banco revirando minha mente, tentando encontrar aquela parte perdida, a última peça do quebra-cabeça, aquela que podia de vez me fazer reconhecer que um de nós havia desistido de tudo. Mas ela não estava ali.
Lembrava-me do seu sorriso perfeitamente. Dos teus olhos, e das coisas que dizia sem ter medo de ser espontâneo demais. Você tentava ser apenas você diante de mim.
Não tento esconde que hoje sinto falta. Sinto falta de tudo. Das risadas, das conversas, até mesmo daquilo que não fiz. Afinal, parecia que você era o único que me entendia de uma forma mais verdadeira e complexa do que qualquer pessoa que eu conheço.
Afinal esse era o seu papel. Você era meu melhor amigo.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Obsessed

(Ao som de Obsessed da Miley Cyrus)
É engraçado como ultimamente fico acordada durante toda a noite olhando para o teto pensando em você. No que fizemos.
Tento fazer minha mente desligar porque ainda tenho outras coisas a fazer no momento, mas todas as vezes que me obrigo a fechar os olhos, eu te vejo.
Já fiz de tudo para não pensar em você vinte e quatro horas por dia, mas isso parece impossível.
Será que estou ficando obsecada por você ou isso tudo é loucura?
Sei que ainda não tenho coragem de te ligar as três da manhã apenas para ouvir a sua voz e eu te vejo o dia todo, mesmo assim ainda preciso saber que você está ai, que está bem, que nada vai te acontecer quando fechar os olhos, então luto comigo mesma para deixar o celular o mais longe possivel.
Me sinto estranha por dentro, isso é normal? Quero dizer, esse frio na barriga não tinha que desaparecer depois que dizemos tchau?
Acontece que eu quero você o tempo todo.
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Juro que responder aos comentários atrasados!