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Posso confessar uma coisa?
Amo todos vocês que leem, que acompanham meu blog e que o seguem.
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Quatro anos de felicidade!!!




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sábado, 22 de maio de 2010

Point of view


Me disseram uma vez que quando ficamos cansados de perguntar, é porque o fim chegou.
Mas há dentro de mim aquela dúvida cruel que insiste em me fazer sofrer toda noite como se tivesse pesadelos e acordasse gritando de raiva.
Só que eu chorei como qualquer outra pessoa choraria, talvez um pouco mais adimito. Um oceano de lagrimas saiu de mim aquele dia.
Então percebi que tudo que sabia sobre você era pura mentira.
Porque você me prometeu que o que tinhamos jamais teria um fim, mas foi justamente o fim que me fez ficar assim; Juramos que fariamos de tudo para não deixar nada nos mudar e foram as mudaças que nos separaram.
Nossos sonhos se desfizeram como se fossem simples palavras borradas em uma velha folha de papel perdido no tempo.
Agora é que me lembro que quando eu tinha 6 anos de idade imaginava que viveria como as princesas dos desenhos da Disney, mas nunca encotrei meu principe encantando aos quinze anos e me casei.
Em vez disso fiquei perdida dentro de mim tentando entender porque aquela pessoa que me prometeu me fazer feliz, acabou com meus sonhos.
Foi então que entendi que minhas perguntas já não tinham respostas e que não existe final feliz, porque não vivemos em um eterno conto de fadas.
E eu nã sou uma princesinha ingenua da Disney.

Estou olhando pra você por um outro ponto de vista,
Eu não sei porque diabos me apaixonei por você.
Eu nunca desejaria para alguém se sentir do jeito que eu me sinto.
Mcfly - Point of view
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Paloma(a menina do nariz vermelho) pediu e eu tentei atender: "A vida NÃO é um conto de fadas"

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Untitled 03


Talvez eu estivesse totalmente fora de mim, afinal meu marido resolveu sair essa noite (uma segunda-feira) para roubar o banco central da cidade, por causa disso quase levei uma bala na testa e morri, ele resolve do nada que quer assaltar a joalheria da minha melhor amiga e assim que me revolto um carro da polícia aparece na rua e quase me entrego. Era uma noite normal.
- Você está louca? - perguntou Hathe ainda escondido atrás do carro em um sussurro - Eles vão te levar para a delegacia!
- Então se fosse você saia de trás desse carro e voltava para casa para fazer as malas e saia da cidade com as crianças. - disse entre dentes enquanto o carro da policia parava no meio da rua.
O quê é que eu estava fazendo meu Deus? Era loucura pura dar as caras assim, na frente de uma viatura logo após um tiroteio na rua de trás quando eles estão procurando os suspeitos por perto do prédio do banco central e com certeza eles tinha a minha descrição.
- Abaixe sua louca. - pediu ele tentando me puxar para baixo.
- Não dá. - respondi - O tira malvado está saindo do carro.
- O quê? - grunhiu ele se ajoelhando para ver através da janela. - Meu Deus Isobel, eu não acredito nisso, quase não tem balas no cartucho da arma.
- Então não a use e sua daqui, vá para a rodoviária e pegue o primeiro ônibus que ver. - sugeri enquanto o tira malvado se aproximava retirando o quepe.
Ouvi o estalo da arma sendo destravada ao meu lado. Um calafrio me fez fechar os olhos quando percebi o que Hathe iria fazer. Passei minhas mãos pela cintura parando-as quando senti a minha arma ali. Sorri descaradamente quando o policial parou a minha frente atrás do carro em que Hathe se escondia. Fiz um sinal secretro para Hathe, o nosso sinal secretro de quando iríamos agir e retirei a arma desgretamente das minhas costas.
Contei até três mentalmente esperando que Hathe se levantasse antes que o tira malvado abrisse a boca e dissesse qualquer coisa e acabasse com aquilo.
Aconteceu rápido.
Quando cheguei ao três Hathe se levatou e atirou no tira malvado atrás do carro, me deixando o tira bonzinho dentro do carro que ainda tentava pegar a sua arma no cinto. O tiro foi certeiro e acabou com aquilo antes que pudessemos entrar em outro tiroteio ferrenho.
- Eu não iria deixar você ser presa. - disse ele ofegando guardando a arma - Você é a minha eterna paixão Isobel e não deixaria que nada te acontecesse. - completou me envolvendo em um abraço forte pela cintura. - Eu não quero nada além do que você pode me dar. Nada de diamantes de sangue.
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E o que acontece depois fica ao seu criteiro.
Indiquei para a Raquel e ela respondeu que:ta faltando sacanagem

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A última vez.



Meu coração estava doendo. Minha mente estava confusa. Minhas mãos suavam. Meus ouvidos não acreditavam no que ouviam. Porque isso estava acontecendo?
Eduardo me fitava com aqueles olhos azuis segurando minhas mãos tremulas, enquanto me segurava para não chorar. Talvez ele estivesse certo ao dizer que nos tornamos pessoas diferentes do que éramos sem nos dar conta disso, mas ele não tinha razão ao dizer que eu fui a causa dele se tornar alguém insuportável, controlador, possessivo.
Ele soltou minhas mãos passando a apertar meus braços quando suspirei. Suas mãos estavam me machucando. Com um único movimento olhando para o céu ele me puxou para os degraus atrás dele, me fazendo tropeçar.
- Meu pai estava certo quando me disse para ficar longe de você. –disse ele levantando meu rosto para olha-lo – Ele tinha razão ao dizer que você me mudaria.
- A culpa não é minha! – retruquei nervosa tentando soltar meus braços.
Senti minha garganta arder, senti minha testa ser pressionada contra a dele e minhas mão tentavam empurra-lo para longe de mim.
- Você me fez perder o contrato de um hotel! – bradou ele cerrando os olhos a centímetros de mim – Me fez perder a chance de me tornar maior que meu pai!
- E isso apenas se trata disso? – questionei afastando-me – De sua briguinha com seu pai? Uma coisa que aconteceu há anos?
Desvencilhei-me dele e me virei para descer os degraus quando senti uma pressão contra mias costas me fazendo perder o equilíbrio e cair ali. Me apoiei no chão bufando de raiva. Ninguém nunca se atreveria a fazer isso comigo, eu era intocável. Olhei para os lados vendo uma pá que o jardineiro havia esquecido. Estiquei meu braço ralado até ela segurando-a firmemente.
Me levantei de vagar com raiva, ódio de Eduardo. Virei em direção à escada, vendo-o parado no patamar de costas para mim abotoando o seu terno.
Subi os degraus batendo o pé e sem pensar acertei-o com a pá na cabeça. Ofeguei quando ele pôs as mãos na cabeça que sangrava e caiu aos meus pés de olhos abertos e mãos estendidas. Soltei-a pá e abri minha bolsa pegando meu celular.
- Allison?
- Sim, Catherine?
- Eu tenho algo que quero te contar, mas você tem que prometer nunca contar a ninguém.
- Eu prometo.
- Jura pela sua vida?
- Eu juro pela minha vida.
- Acho que matei meu namorado.
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Ufa!
Em cinza trecho da música Secret doThe Pierces